Ana Gabriela Carvalho diante de um lago entre montanhas

“Meu processo habita entre dois mundos.
Cada linha, cada forma, cada cor é gesto de tradução.
Uma tentativa de alinhar o invisível à matéria.
Dar contorno ao que ainda não tem forma.
Sustentar no gesto o que ainda não tem nome.
Algo quer expandir, algo quer conter.
É nesse limite, nesse fio esticado entre dimensões, que a forma acontece.
E existir, para mim, talvez seja isso: tensão, limite e a tentativa contínua de fazer do invisível presença.”

— Ana Gabriela Carvalho

Sem título — caneta Posca sobre papel Canson Sem título — caneta Posca sobre papel Canson Sem título — caneta Posca sobre papel Canson Sem título — caneta Posca sobre papel Canson
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